A visita do meu pai


Ao buscar meu pai na estação de trem, me senti em uma daquelas cenas de filme antigo.

Hoje em dia é tudo tão ´´aeroportizado´´, afinal.

Nos encontramos na plataforma, lhe ajudei com as malas e seguimos, de bicicleta, para o Hotel que escolhi para ele.

Sim: levando as malas na bike.

Ele estava ansioso para conhecer a minha casa e a cidade, então rodamos um pouco antes mesmo de jantar.

No dia seguinte eu tinha que realizar uns exames de saúde na faculdade.

Como terei algumas aulas e laboratórios no hospital, é preciso garantir que minha imunidade está em ordem. Requisito deles.

Meu pai acabou me acompanhando e fizemos também um tour pelo campus.

Ele ficou tão impressionado que quis até tirar fotos - mas não pôde.

E olha que ele é do tipo que volta da China sem nenhuma!

Em seguida, almoçamos na praça central da cidade curtindo a animação de uma quermesse que está rolando por lá estes dias.

Meu pai se aventurou em um daqueles brinquedos sem fundamento nenhum enquanto eu fiquei tirando fotos. O Prin me acompanhou!

Descobrimos também que parte da família mora em Sauwerd - uma pequena vila a 10 minutos de trem daqui - e tratamos de entrar em contato e fazer uma visita.

Tomamos um chá, batemos um papo e voltamos.

Meu pai não via este primo há pelo menos 40 anos. Ele é irmão da Gerda - a prima do meu pai que mora em Amsterdam e com quem sempre mantive bastante contato.

Na sexta-feira de manhã, fizemos um belo passeio de bicicleta até o lago onde se veleja aqui perto.

São 20 minutos de pedalada para ir mais 20 para voltar.

Não ficamos muito porque meu pai precisava voltar logo para se preparar para ir embora.

A despedida é sempre a parte mais chata da história, mas foi bom tê-lo aqui - sem dúvida. Também tenho a certeza de que não será a única visita dele, afinal.

Tot ziens, paizão!


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