Sobre ser vegetariana

February 25, 2014

Algumas das minhas escolhas soam um tanto quanto radicais e muita gente me classifica como rebelde sem causa. Tudo bem. Tem tanta coisa mais importante para mim que eu nem me importo com o que dizem por aí.

 

Por exemplo: nem me lembro exatamente quando foi a última vez que comi carne. Oficializei isso no dia 1o de janeiro de 2010, mas tenho quase certeza de que alguns dias ou até meses antes eu já não o fazia.

 

Pois é, nenhum tipo de carne de origem animal. Nem frango e, antes que você pergunte, nem peixe. E não, eu não sinto falta nenhuma. Quem me conhece sabe que se sentisse já teria voltado atrás. Não sou do tipo que aceita viver privando-se de certos prazeres.

 

Eu parei de comer carne porque percebi que simplesmente não tinha nenhuma gana de fazê-lo. Isso não quer dizer que você deva parar também e esse tipo de coisa está muito bem esclarecido na minha cabeça. Aliás, acho justo e respeitoso que você não tente me convencer do que devo ou não comer. Esse papo é chato.

 

Ah! Mas e o leite? Cara...vou ser bem sincera com você: já senti muita falta. Hoje vivo melhor sem ele. É como aquele namorado por quem fomos apaixonadas e de quem, com o tempo, acabamos dependentes. Os primeiros dias depois da separação são bem complicados, mas depois fica evidente que era tudo uma questão de costume e quando você decide dar a volta por cima, percebe que há muitas outras opções tão boas quanto!

 

Mas, denovo: você pode escolher ficar com o mesmo namorado de infância a vida toda que eu não tenho nada com isso. Alias, em alguns casos, acho mesmo que essa é a melhor opção. Sem sarcasmo.

 

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